Conversas intrusas Da solidão da madrugada Eu sou invencível Eu sou invencível Eu sou invisível Eu sou invencível Eu sou invencível Eu sou invisível Eu sou invencível Eu sou invisível Eu sou invencível Eu sou invisível Eu sou invisível Eu sou invisível Eu sou invisível! Eu sou invisível! Eu sou invisível! Alô! É a droga da porcaria do seu vizinho! Fala baixo! Para de falar sozinho! Conversas com o meu Deus.
Há vezes Não sei Porque palavra Deixa eu recomeçar. É uma memória de uma marca de batom Borrada na base da pilastra Erguida por pura convicção Uma paixão indecente E você, de vez em quando Surge aqui e me faz uma pergunta Sobre coisas que eu não sei responder! Tenho paixão E transbordo pelas letras Mas em muitas O gozo se vai Fica só sobrevivência. O que estou fazendo? Soltando estas palavras assim Em morta indecência? De que adianta e o que buscam? Um travesseiro para dormir melhor Sendo que nem mesmo sei Coser luvas para o inverno! E enquanto afoga tua garganta Teu batom se borra Na base da única lembrança escondida Desse amor que de tantas vezes Nunca deveria ter saído.