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Mostrando postagens de abril, 2026

Estátuas de Areia

Há vezes Não sei Porque palavra Deixa eu recomeçar. É uma memória de uma marca de batom Borrada na base da pilastra Erguida por pura convicção  Uma paixão indecente  E você, de vez em quando  Surge aqui e me faz uma pergunta  Sobre coisas que eu não sei responder! Tenho paixão E transbordo pelas letras  Mas em muitas O gozo se vai Fica só sobrevivência. O que estou fazendo? Soltando estas palavras assim Em morta indecência? De que adianta e o que buscam? Um travesseiro para dormir melhor  Sendo que nem mesmo sei Coser luvas para o inverno! E enquanto afoga tua garganta  Teu batom se borra Na base da única lembrança escondida  Desse amor que de tantas vezes Nunca deveria ter saído.