Há vezes Não sei Porque palavra Deixa eu recomeçar. É uma memória de uma marca de batom Borrada na base da pilastra Erguida por pura convicção Uma paixão indecente E você, de vez em quando Surge aqui e me faz uma pergunta Sobre coisas que eu não sei responder! Tenho paixão E transbordo pelas letras Mas em muitas O gozo se vai Fica só sobrevivência. O que estou fazendo? Soltando estas palavras assim Em morta indecência? De que adianta e o que buscam? Um travesseiro para dormir melhor Sendo que nem mesmo sei Coser luvas para o inverno! E enquanto afoga tua garganta Teu batom se borra Na base da única lembrança escondida Desse amor que de tantas vezes Nunca deveria ter saído.
Não leia este blog! Aqui tudo é mentira, fingimento ou imaginação.