Pular para o conteúdo principal

Sue

Please Sue, don't leave my side
Give me the strenght to embrace you

There was this girl who had so few memories
That she ceased to exist
She decided then, to become wind
And it swept all the bad feelings away
Everything vanished in a sweet relief of pain

She marched to the top of a hill
Where she, with a look, gazed at her lifetime will

Everything was wrong, nothing was new
The lady on the leap of life
Mourning her confusing fate, stood still
She mumbled, in silenced tears
Stuck in cold prison through the harsh of years

"Please Sue, don't leave my side"

Taking the leap, her spirit floated above the seas
Faded out athwart the centuries
Obliterate she was, a canvas in the sky
Disregarded as ever was, transmuted
Into a fast shooting star
Now everyone makes wishes
Albeit she did for her being
But nothingness becomes nothingness

Down there, where the floor is the floor
A bruise on her neck
A chair on the door
A soft tune of weep
The sunset
Forever

Everything was fine

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

One For the Road

Estou em dúvidas entre Uísque e Conhaque sobre qual é a minha bebida favorita. Na época da faculdade todos os amigos tinham sua bebida favorita. O Márcio dizia "Licôr de Kiwi é o canal. Essa bebida é muito boa!", mas eu só não vomitei por educação. A Ana Paula odiava cerveja "porque dá barriga", e a Heloísa provocava dizendo que o que dá barriga é sair com todo mundo da turma. Ana Paula era uma cínica, e dizia que não entendia nunca esse comentário, mas entendia que cerveja não era com ela. Uísque tem uma variação de teor alcóolico que vai de 35% a 45%, isso sem contar o glamour pelo preço da garrafa. Quanto mais você está na camada da pobreza, mais facilmente você se enobrece e se enche de inimigos. Conhaque é a bebida de quem já chegou no fim da linha, mas há uma graça um tanto universitária na escolha da cachaça artesanal. Tivemos um amigo chamado Amendóim que morreu com menos de 30 anos por causa de bebida. Ele começou com a cerveja e terminou com a cachaça, mas...

Resignação

Nunca te abriram uma porta Só te trouxeram este tumor Quando pensava que colher flores Era um gesto válido de amor. Mas olha só pro que colheu Olha bem pro que tem em tuas mãos O que tolheu a vida inteira, já morreu E o solo onde pisa não é ramo, é chão Trouxeram-te um drink Está aí em cima Trouxeram-te até A tentativa tola de um verso fazer rima. Sim, te elogiaram os sapatos Ou até mesmo uma certa eloquência Mas é só, nada mais Só tem o chão que pisa com frequência. E agora que nada tem a entregar Senão a menção daquilo que te ilude Aquilo que o desejo leva na lombar Quando a cabeça deita e o descanso alude Agora, dizem, pare com as palavras Abandona toda tua vontade Desta rua segura que te lavra Larga para trás esta cidade. Este largo, que o perdido olhar Ante a tempestade sustenta e esfria Esta ilha que deixa a barca atracar Que traz no pensamento a fantasia. Ainda que orne a casa de ramagem E ainda que nutra na dor algum riso O que tem fora é luz que queima e que arde O que tem em ...

A Casa que nos Resta

Há um lugar Que quero sempre visitar. Que clama por mim Ou quem o clama sou eu? Um pedaço de chão Recôndito, recluso, difícil de encontrar. Esse lugar, simples lugar. Um pedaço de terra Um arbusto aqui, outro ali Salpicada como tempero E as flores que você plantou Para você colher. Esse lugar que se confunde Com o conforto cálido do ar E a maciez lívida do toque E o aroma doce do hálito Um lugar que afaga a inquietude Que transforma o solo que míngua Em um caudaloso açude. Há, que pareça sonho, um lugar assim Onde as vozes soam Como o primeiro pranto da aurora E as teias de luz que se desenham Para embalar o renascer. E lá chegando, deitaremos na grama Não sentiremos vergonha Nem da lágrima Nem da mágoa Nem da vontade de sorrir. Largaremos para trás O fardo venenoso da memória E faremos do presente momento Uma nova história. Lá, no lugar embrionário Teremos a plena certeza De que repousamos no olhar A nossa sincera natureza. Há algo assim, de Belo De extraordinário Há, no infinito dos ...